quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Kassab fecha escola de mecanica

Pessoal fiquei muito chateado em ler a materia abaixo no blog do Pandini, quero compartilhar com voces o grande despreparo que passa a atual Prefeitura de São Paulo


Tristeza, raiva, impotência, sentimento de perda, pesar. É o que sinto no momento por duas coisas: a destruição do autódromo de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, e o tema da mensagem abaixo, enviada pelo amigo Sérgio Berti.
Como se não bastasse tudo de errado que esta nova administração do Autódromo tem feito contra os automobilistas paulistas, agora eles fecharam a Escola de Mecânicos de Interlagos.
Saibam todos que o Prof. Elibama (ou apenas Prof. Eli) , diretor da Escola, não ensinava apenas a profissão aos jovens. Ele ensinava muito mais, ensinava Cidadania e Organização.
Várias vezes, em que eu passava em frente a escola, via o grupo de alunos, parte dos 3 mil já formados,  hasteando a Bandeira e cantando Hino Nacional  Brasileiro antes de iniciarem suas atividades diárias.  Além disso, o Professor e seus assistentes encaminhavam vários destes jovens ao seu primeiro emprego.
É uma pena. Perdermos um bom projeto social da região de Interlagos pela ganância financeira dos novos administradores do autódromo.
Façam uma visita às instalações da Escola e vejam o quanto estes alunos aprendiam sobre organização, limpeza, cidadania e “mecânica”.
Segue abaixo o contato do prof. Eli para quem quiser confirmar as informações acima: cel. 9 9454-9566  -   elibamacastro@gmail.com)
Volto eu, LAP, para fazer justiça. A Escola de Mecânica do autódromo foi criada durante a gestão da prefeita Luiza Erundina, entre 1989 e 1992, na época filiada ao PT e atualmente exercendo seu quarto mandato como deputada federal pelo PSB. Um projeto social que desde sua implantação deu uma profissão, um futuro, a milhares de jovens. Muitos deles trabalham em oficinas e fábricas.
É isto que dá eleger como governantes seres que só pensam em si mesmos. São incapazes de pensar nos outros, no coletivo. Enxergam apenas números e estatísticas. Acham que o lucro é o bem maior a ser atingido. E, movidos por este raciocínio, fecham escolas e bibliotecas: porque não dão “lucro”.
São Paulo virou uma cidade talibã. Desde 2005, vivemos uma onda de proibições. Até alguns anos atrás, a avenida Paulista era repleta de artesãos e de artistas de rua que apresentavam números variados. Foram expulsos de lá – e de qualquer outro lugar: simplesmente não podem mais se apresentar nas ruas.
Algum tempo atrás, passei pela esquina da Xavier de Toledo com a São Luiz, no centro. Atentei para o vazio onde durante décadas havia uma grande banca de jornal que funcionava como sebo. E vi o dono da banca sentado em uma cadeira, tendo ao lado um caixote sobre o qual havia uns poucos livros e revistas.
- Um caminhão da prefeitura levou a banca embora com tudo dentro – explicou o homem. Fizeram tudo de madrugada.
Segundo ele, houve, durante a gestão de Marta Suplicy (2001-2004), um projeto de regulamentar os sebos que funcionavam na rua, em bancas de jornal. A iniciativa caiu no vazio e, em dado momento, o atual prefeito resolveu aproveitar esse pretexto para fazer uma das coisas que mais gosta: proibir algo – no caso, a existência das bancas-sebo, tradicionalíssimas no centro de São Paulo (graças a elas, compus boa parte do acervo de livros e revistas que possuo hoje). Na mesma época em que eu soube dessa história, Kassab pretendia proibir a existência de bancas de jornal no centro. Alegação: muitas delas, quando fechadas, eram usadas por ladrões para ficarem de tocaia, à espera de vítimas. Sem comentários.
O mais desolador é ver que a população supostamente esclarecida de São Paulo aceita todas estas proibições de maneira passiva, como se fosse esta a natureza das coisas. É uma das razões que tornam São Paulo cada vez mais insuportável de se viver. Não é à toa que pesquisa recente mostrou que 57% dos habitantes iriam embora daqui, se pudessem – e os congestionamentos que se formam nas saídas da cidade na véspera de qualquer final de semana ou feriado não deixam dúvidas sobre isto.
Estou entre os 57%. Vai demorar alguns anos mas, assim que puder, vou embora daqui. Que fiquem com São Paulo os habitantes retratados neste post, escrito três anos atrás.

Charge: principetito.blogspot.com
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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Pai deixa 28 lições aos filhos antes de morrer

Seja cortês, pontual, sempre diga “por favor” e “obrigado”, e tenha certeza de usar o garfo e a faca de maneira correta. Os outros decidem como tratá-los de acordo com as suas maneiras.
Seja generoso, atencioso e tenha compaixão quando os outros enfrentarem dificuldades, mesmo que você tenha seus próprios problemas. Os outros vão admirar sua abnegação e vão ajudá-lo.
Mostre coragem moral. Faça o que é certo, mesmo que isso o torne impopular. Sempre achei importante ser capaz de me olhar no espelho toda manhã, ao fazer a barba, e não sentir nenhuma culpa ou remorso. Parto deste mundo com a consciência limpa.
Mostre humildade. Tenha a sua opinião, mas pare para refletir no que o outro lado está dizendo, e volte atrás quando souber estar errado. Nunca se preocupe em perder a personalidade. Isso só acontece quando se é cabeça-dura.
Aprenda com seus erros. Você vai cometer muitos, então os use como uma ferramenta de aprendizado. Se você continuar cometendo o mesmo erro ou se meter em problema, está fazendo algo errado.
Evite rebaixar alguém para outra pessoa; isso só vai fazer você ser visto como mau. Se você tiver um problema com alguém, diga a ela pessoalmente. Suspenda fogo! Se alguém importuná-lo, não reaja imediatamente. Uma vez que você disse alguma coisa, não pode mais retirá-la, e a maioria das pessoas merece uma segunda chance.
Divirta-se. Se isso envolve assumir riscos, assuma-os. Se for pego, coloque suas mãos para cima.
Doe para a caridade e ajude os menos afortunados que você: é fácil e muito recompensador.
Sempre olhe para o lado bom! O copo está meio cheio, nunca meio vazio. Toda adversidade tem um lado bom, se você procurar.
Faça seu instinto pensar sempre sempre em dizer ‘sim’. Procure razões para fazer algo, não as razões para dizer ‘não’. Seus amigos vão gostar de você por isso.
Seja gentil: você conseguirá mais do que você quer se der ao outro o que ele deseja. Comprometer-se pode ser bom.
Sempre aceite convites para festas. Você pode não querer ir, mas eles querem que você vá. Mostre a eles cortesia e respeito.
Nunca abandone um amigo. Eu enterraria cadáveres por meus amigos, se eles me pedissem… por isso eu os escolhi tão cuidadosamente.
Sempre dê gorjeta por um bom serviço. Isso mostra respeito. Mas nunca recompense um mau serviço. Um serviço ruim é um insulto.
Sempre trate aqueles que conhecer como seu igual, estejam eles acima ou abaixo de seu estágio na vida. Para aqueles acima de você, mostre deferência, mas não seja um puxa-saco.
Sempre respeite a idade, porque idade é igual a sabedoria.
Esteja preparado para colocar os interesses de seu irmão à frente dos seus.
Orgulhe-se de quem você é e de onde você veio, mas abra a sua mente para outras culturas e línguas. Quando começar a viajar (como espero que faça), você aprenderá que seu lugar no mundo é, ao mesmo tempo, vital e insignificante. Não cresça mais que os seus calções.
Seja ambicioso, mas não apenas ambicioso. Prepare-se para amparar suas ambições em treinamento e trabalho duro.
Viva o dia ao máximo: faça algo que o faça sorrir ou gargalhar, e evite a procrastinação.
Dê o seu melhor na escola. Alguns professores se esquecem de que os alunos precisam de incentivos. Então, se o seu professor não o incentivar, incentive a si mesmo.
Sempre compre aquilo que você pode pagar. Nunca poupe em hotéis, roupas, sapatos, maquiagem ou joias. Mas sempre procurem um bom negócio. Você recebe por aquilo que paga.
Nunca desista! Meus dois pequenos soldados não têm pai, mas não corajosos, têm um coração grande, estão em forma e são fortes. Vocês também são amados por uma família e amigos generosos. Vocês fazem o seu próprio destino, meus filhos, então lutem por ele.
Nunca sinta pena de si mesmo, ou pelo menos não sinta por muito tempo. Chorar não melhora as coisas.
Cuide de seu corpo que ele vai cuidar de você.
Aprenda um idioma, ou pelo menos tente. Nunca comece uma conversa com um estrangeiro sem primeiro cumprimentá-la em sua língua materna; mas pergunte se ela fala inglês!
E, por fim, tenha carinho por sua mãe, e cuide muito bem dela.
Amo vocês com todo meu coração,
Papai”

sexta-feira, 13 de julho de 2012


As Mulheres e Nelson Rodrigues

Velhas Virgens

O rico e o pobre são duas pessoas
O soldado protege os dois
O operário trabalha pelos três
O cidadão paga pelos quatro
O vagabundo come pelos cinco
O advogado rouba os seis
O juiz condena os sete
O médico mata os oito
O coveiro enterra os nove
E o diabo leva os dez
Mas a mulher, a mulher engana os onze
A mulher engana os onze de uma vez
Água morro abaixo
Fogo morro acima
E mulher quando quer dar, ninguém segura

Para bom entendedor, poucas palavras bastam

sexta-feira, 29 de junho de 2012


Olhando os Brasileiros através de uma "lupa"

Quase 46 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência: mental, motora, visual ou auditiva. Esse número corresponde a 24% da população total do país. Embora 95% das crianças com deficiência com idades entre 6 e 14 anos estejam na escola, patamar bem próximo ao verificado entre as pessoas sem nenhuma das deficiências investigadas (97%), outros indicadores, como grau de instrução e posição no mercado de trabalho, revelam uma situação menos favorável dos brasileiros que têm algum tipo de deficiência.
A constatação faz parte do Censo Demográfico 2010 – Características Gerais da População, Religião e Pessoas com Deficiência, divulgado hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com o levantamento, enquanto 61,1% da população de 15 anos ou mais com deficiência não tinham instrução ou cursaram apenas o fundamental incompleto, esse percentual era de 38,2% para as pessoas dessa faixa etária que declararam não ter nenhuma das deficiências investigadas, representando uma diferença de 22,9 pontos percentuais.
No que se refere ao rendimento, o estudo aponta que 46,4% das pessoas ocupadas, com 10 anos ou mais de idade, entre os que têm deficiência, ganhavam até um salário mínimo ou não tinham rendimento. Já entre a população sem qualquer deficiência, essa era a realidade de 37,1%, o que indica uma diferença de mais de 9 pontos percentuais entre os dois grupos.
Segundo a coordenadora do Comitê do Censo Demográfico do IBGE, Andréa Borges, o levantamento aponta que para corrigir essas distorções são necessárias políticas públicas mais fortes que incentivem essa parcela da população a aumentar seu grau de instrução, o que interfere diretamente nos níveis de rendimento.
“Os dados revelam que a maioria das pessoas que têm deficiência está concentrada em níveis de instrução e de rendimento muito baixos. Já existem políticas públicas nesse sentido, mas elas podem ser melhoradas para que haja maior incentivo para que essa parcela de brasileiros não pare de estudar ao concluir o ensino fundamental, mas que vá adiante. Enquanto 10,4% dos que não têm deficiência tem [ensino] superior completo, apenas 6,7% das pessoas com deficiência estão nesse patamar”, ressaltou.
O levantamento aponta ainda que, em 2010, a população ocupada com pelo uma das deficiências investigadas representava 23,6% (20,3 milhões) do total ocupado (86,3 milhões) no país. Além disso, mais da metade (53,8%) dos 44 milhões de pessoas com deficiência em idade ativa (10 anos ou mais) estava desocupada ou não era economicamente ativa.
Em relação ao total da população desocupada ou não economicamente ativa, que somava 75,6 milhões em 2010, as pessoas com deficiência representavam 31,3%.
O documento constatou também que a maioria das pessoas com deficiência ocupadas era empregada com carteira assinada (40,2%), uma diferença de 9 pontos percentuais em relação à população sem nenhuma das deficiências investigadas (49,2%).
Já os percentuais de trabalhadores com deficiência classificados nas categorias por conta própria (27,4%), sem carteira (22,5%), militares e funcionários públicos estatutários (5,9%) e não remunerados (2,2%) são maiores do que na população sem deficiência (20,8%, 20,6% e 5,5%; 1,7%, respectivamente). Na categoria empregador, há uma diferença de 0,3 ponto percentual entre a população sem (2,1%) e com (1,8%) deficiência.
Com informações do Agência Brasil

terça-feira, 26 de junho de 2012

Abundancia no futuro

Nunca fui muito de acreditar nos que dizem que o céu está caindo. Sempre acho que é possível encontrar uma solução, seja para qual crise for.
O petróleo está acabando? Com certeza existem empresas que desejam entrar no mercado de energia e, para isso, pensam em formas originais de desbancar petrolíferas.

A água está acabando? Estou certo de que a empresa que puder produzir água potável em escala industrial (e custo acessível) poderá ser ainda mais lucrativa que a empresa que solucionar a crise de energia.
E nem me venha dizer que a água ficará disponível apenas para 10% da população do planeta. Se você me disser isso, você não está levando em consideração a estrutura de custos fixos. Há um ponto em todo negócio em que vale mais a pena vender água para 90 pessoas por 1 real do que para 10 pessoas a 5 reais. That’s pure business.
À cada época, seu desafio. Aposto que já houve medo de que a peste bubônica iria mandar a gente para fazer companhia aos dinossauros.
Pfsss...
Terrorismo, doenças, escassez de alimentos, crueldade, guerra, chulé. Qualquer que seja o desafio, acredito mesmo que podemos prevalecer.
Mas eu sou só um cara otimista, certo? Que tal você entender melhor como o processo de abundância se instala no planeta pouco a pouco todos os anos com quem entende do assunto?

por André Costa

terça-feira, 5 de junho de 2012

Um tal William


Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se. E que companhia nem sempre significa segurança. Começa a aprender que beijos não são contratos e que presentes não são promessas.

Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. Aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. Aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam… e aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que se leva anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la… e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias... e o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. Que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos de mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam…

Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa… por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.

Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas para onde está indo… mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve. Aprende que, ou você controla seus atos, ou eles o controlarão… e que ser flexível não significa ser fraco, ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem, pelo menos, dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática.

Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se. Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens… poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém…
Algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar.

Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar… que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida! Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar.

William Shakespeare

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Pessoa querida


O final de semana foi bem atribulado com vários acontecimentos importantes rolando, mas parece que o dito popular se fez presente, depois da tempestade vem a bonança, e no domingo fui presenteado, os filhos estiveram comigo e fomos almoçar na casa da avó.

Poxa que gratificante estar ao lado das pessoas que gostam de você de graça, simplesmente querem estar ao seu lado pela sua companhia e sentem saudades de você do seu papo e etc.

Já postei há algum tempo atrás um post que falava mais ou menos sobre este assunto, mas neste momento acho que tem relevância.

Afinal quanto mais simples for, mais prazeroso será.

Tenho consciência de que estamos apenas de passagem por aqui e não somos máquinas, mas nos desgastamos como tal com a passagem dos anos, e o corpo começa a dar sinais através da pele que enruga os olhos ficam “fracos” os órgãos que dão sinal de cansaço e por ai vai.

Tudo bem entendo tudo isso.

Más como é difícil literalmente, passar da teoria e cair na prática, quando é o seu calo que dói e quando é alguém da sua família que passou todos e mais alguns ensinamentos para você durante toda a sua existência, se preocupando desde o dia que você abriu os olhos e pegou inúmeras vezes na tua mão para atravessar com segurança a rua da vida.

Poxa, mas isso tudo faz parte da renovação, alguns nos deixam e outros chegam,

É eu já escutei isso também

Só queria que durasse um pouco mais a permanência de alguns que tem uma passagem digna, com amor aos seus, respeito por todos, e com certeza vai deixar muitas saudades.

Tudo isso tem um nome: mãe

Sem mais, afinal mãe é mãe.

 d evaneios ... As flores exalam perfumes únicos que se confundem com o daquela mulher, a  primavera chegou. Dizem que o acaso não existe, e...