terça-feira, 18 de junho de 2013

Mudancas - parte 2


Estamos vivenciando uma profunda mudanca de como o brasileiro enxerga o atual momento e a diferença é que esta acontecendo com manifestacoes em todo o pais, atraves da mobilização nas redes sociais. Acho que mutia coisa ainda vai mudar atraves destes atos.

E o governo? Bem o governo da uma de louco e faz de conta que nada disso esta acontecendo e nao tem nada a ver com isso, digo o Governo Federal que gasta um absurdo em todos os seu projetos e ainda falta competencia para entregar um servico de qualidade para os cidadaos, nem vou alongar muito afinal de contas as estradas sao maravilhosas, os hospitais com atendimento excelente, amigos desculpe nao vou chover no molhado todos temos plena consciencia que a conta paga por todos e bem alta, mas o servico entregue e de pessima qualidade.

E o nosso Governo Estadual, aquele que compra trens para o metro superfaturados e ainda tem coragem de adesivar os mesmos com o slogan, este e o trem numero 00 entregue para a populacao. Brincadeira com todo mundo que nao tem opcao e tem que enfrentar todos os dias trens superlotados, tarifas extremamente altas, atrasos diarios, plataformas mal dimensionadas e anos de atraso para entregar novas linhas e novas estacoes. Chega

Vamos lembrar um pouco do Governo Municipal, com mais um prefeito perdido que nao sabe qual atitude tomar quando pressionado, mas se forem citados todas as necessidades e carencias pelas quais o Brasileiro passa e paga pelo servico nao entregue acredito que nao teriamos espaco aqui.

So para encerrar, quantas avenidas ou ruas novas voce tem visto? Qual o prazo para ser atendido e marcar consultas ou exames nos hospitais municipais ou estaduais? (federal nem vou citar), se fosse uma empresa estaria falida a muitos anos, mas como nos obrigam a ser investidores para os Governantes fazerem o que querem, vamos a rua protestar.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Mudancas


 
E

stamos vivenciando um grande periodo de mudancas, sejam elas de postura, de entendimento de vida, acredito que estamos mudando a historia e tudo isso tem um nome Internet.

Com a chegada a poucos anos da internet (talvez 15 anos) temos uma facilidade muito grande no acesso a todo tipo de informacao seja ela qual for.

É  isso mesmo, o cidadao no mundo tem hoje facilidade no acesso a toda e qualquer informacao, acabou-se o tempo em que poucos eram os priviliegiados que detinham o conhecimento.

Atraves desta facilidade em conhecer a verdade e sair das maos dos noticiarios tendenciosos a que estavamos acostumados a engolir, hoje a populacao mundial ja ensaia movimentos contra opressao, e governos autoritarios.

O que vai acontecer? Impossivel prever, mas que trata-se de um passo para uma mudanca radical que nasce barulhenta e so tem uma mao que é a da ir para frente, isso com certeza ja existe. Espero sobreviver para assitir aonde chegaremos.

Em tempo: Neste blog reproduzi inumeras cronicas do jornalista Arnaldo Jabor, talvez pelos seus textos com varios truques de redacao que pela minha identificacao com os mesmos exibia para os leitores, mas qual foi a minha surpresa assitir em rede nacional o mesmo renomado jornalista reacionario criticar sem conhecer o movimento que nasce por uma causa de centavos mas que leva milhares para a rua. Sr Arnaldo Jabor acesse e se informe antes de vestir a casaca do governo intitulado democratico, mas operacionalizado autoritario.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

PENSAMENTO

As circunstâncias entre as quais você vive determinam sua reputação.
A verdade em que você acredita determina seu caráter.
A reputação é o que acham que você é.
O caráter é o que você realmente é...
A reputação é o que você tem quando chega a uma comunidade nova.
O caráter é o que você tem quando vai embora...
A reputação é feita em um momento.
O caráter é construído em uma vida inteira...
A reputação torna você rico ou pobre.
O caráter torna você feliz ou infeliz...
A reputação é o que os homens dizem de você junto à sua sepultura.
O caráter é o que os anjos dizem de você diante de Deus

Arnaldo Jabour

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Fim de Ano



E lá se foi mais um ano, se pararmos para pensar o que se passou durante este ano de 2012 com certeza iremos lembrar as inúmeras dificuldades, que muitas vezes nos roubaram o sono.

Mas será que o ser humano não necessita, precisa dessa pressão do dia a dia para estar em movimento? Não sei responder, mas de uma coisa tenho certeza, o ano de 2012 foi duro, difícil, amargo como a muito não passava, aliás, vou mais adiante, tenho a impressão de que estava sendo testado a cada instante.

Se for colocar a risca que crescemos e evoluímos justamente nas dificuldades, ainda não consegui assimilar qual foi à evolução, talvez porque ainda aja grande ebulição de sentimentos, muitas vezes contraditórios e incompreensivos.

Mas afinal o fim de ano chegou e como se fosse uma máquina registradora os números estão prestes a virar e o ano irá acabar deixando para traz ao menos um legado de que passamos por situações extremas, adversas e só nos damos conta do quanto somos fortes para ultrapassar todas as barreiras que nos são impostas quando olhamos para traz.

São situações extremas de entes queridos que seja referencia, passando por dificuldades de saúde e nos forcam a amadurecer de um dia para o outro.

Seja uma virtude ou uma característica humana, parece que sempre aguardamos um dia melhor que o outro, sendo assim coloco todas as fichas em um ano novo melhor.

Então para não sair do script “Um Feliz Ano Novo a todos e que se renove a esperança de um dia melhor com paz e saúde”

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

As pessoas estão ficando mais estupidas

Gerald Crabtree, geneticista da Universidade de Stanford, nos EUA, quer desmistificar o senso comum de que o homem de hoje é mais inteligente do que o homem das cavernas. Em suas pesquisas, ele reconheceu mutações genéticas ocorridas durante os últimos milênios que estão causando uma diminuição na aptidão humana em geral, seja intelectual ou emocional.


Ao contrário do que se pensa, a pressão evolutiva não favoreceu o desenvolvimento do nosso intelecto, e esse abismo intelectual entre as gerações está ficando cada vez maior. Aliás, por gerações, entenda milênios de diferença. Crabtree afirma que cada geração produz mutações genéticas desfavoráveis, fazendo com que nossa inteligência seja cada vez mais deficiente se comparada com a de nossos antecessores.

A hipótese de Crabtree foi publicada na revista “Trends in Genetics” e deixou vários geneticistas intrigados, como o professor Kevin Mitchell, associado no Instituto de Genética Smurfit, no Trinity College de Dublin (Irlanda):

“É preciso milhares e milhares de genes para construir um cérebro humano, e as mutações em qualquer um desses genes pode prejudicar o processo evolutivo. Além disso, a cada nova geração, também surgem novas mutações. Por isso, afirmo que Crabtree ignora o outro lado da equação, que é a seleção. A seleção natural é incrivelmente poderosa e, definitivamente, tem a capacidade de eliminar novas mutações que comprometam significativamente a capacidade intelectual”.

Além da “diminuição” da inteligência, essas mutações desfavoráveis também acontecem em outras áreas, como o nosso sentido olfativo, por exemplo. Os seres humanos têm bem menos receptores olfativos do que outros animais, já que agora somos movidos pelo nosso intelecto e não mais pelo cheiro. Para nós, a comida já chega processada, enquanto os animais de gerações passadas precisavam sentir o cheiro das coisas para saber se algo pode ser ingerido ou não.

“Assim que você coloca pressão sobre habilidades intelectuais e tira essa função das habilidades olfativas, os genes olfativos se deterioram”, disse Crabtree. Essa afirmação também pode ser aplicada em outras funções referentes aos genes, justificando a diminuição de algumas de nossas capacidades.

Crabtree acredita que a evolução esteja fazendo uma seleção através de outras características, como um homem mais saudável e mais imune, e não o mais inteligente. Amigração das pessoas entre as comunidades e regiões aumentou a propagação de doenças infecciosas e aqueles com o condicionamento mais forte e preparado sobreviverão para transmitir seus genes.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Fim do Mundo


HECATOMBE MAGNÉTICA

Quem vê na inversão de polos um sinal do fim do mundo afirma que as mudanças no campo magnético no planeta vão arruinar a migração de espécies animais, expor a atmosfera à radiação solar mortal e mudar o eixo da Terra, levando o gelo dos polos a derreter, inundando os continentes.
Para os cientistas da Nasa, porém, isso não ocorrerá. A inversão de polos é regra, não exceção, afirmam eles, e já ocorreu diversas vezes desde que existe vida na Terra. Os dinossauros e nossos ancestrais hominídeos já passaram pelo evento, que ocorreu pela última vez há cerca de 800 mil anos.
Segundo a Nasa, o campo magnético do planeta pode até enfraquecer durante o processo de inversão, que pode durar milhares de anos, mas não irá sumir porque é fruto do movimento incessante do núcleo da Terra

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

O JT sai hoje de cena


O Jornal da Tarde (JT) sai de cena hoje para entrar para a história do jornalismo brasileiro na muito rarefeita categoria das utopias realizadas.
Foi fruto de uma conjunção de fatores tão improvável quanto a emergência da primeira onda planetária de contestação, a mobilizar toda uma geração semiconectada e que se materializava justamente na revolução da linguagem das comunicações, de um raro hiato na sucessão costumeira de crises que criaram um ambiente econômico excepcionalmente favorável ao Brasil e à indústria do jornalismo impresso, então no seu apogeu histórico, e do feliz casamento entre a vontade de inovar de uma empresa solidamente consciente do valor da função institucional, sem a qual o jornalismo não faz sentido, e a capacidade de uma geração que fez história no jornalismo brasileiro de executar esse desafio com o mais alto grau de talento e qualidade.
Foi este o pano de fundo contra o qual intenção, acaso e necessidade, nas suas imprevisíveis tramoias dialéticas, acabaram por proporcionar se não a suspensão, ao menos um inédito afrouxamento da contradição essencial entre o meio e a mensagem; entre o ritmo do pensamento e os imperativos da indústria e da logística que delimitavam as fronteiras da qualidade possível no jornalismo impresso.
O mais importante insumo da revolução estética, de comunicação e jornalística que foi o Jornal da Tarde foi o tempo de processamento, luxo que pouquíssimos jornalistas da presente geração alguma vez puderam desfrutar no exercício da profissão.
Desenhado para chegar às bancas no início da tarde, o JT pôde, na primeira metade de sua vida, dar-se ao luxo de funcionar na velocidade das ideias e concentrar-se com o necessário vagar no tratamento dos fatos, na avaliação do seu significado e na sua apresentação em imagens e palavras nunca antes tão cuidadosa e competentemente trabalhadas na história da imprensa brasileira.
E o efeito foi brilhante. Enquanto reformava o passado, o JT pôs também um pé no futuro ao reinterpretar a essência do jornalismo, que é a função de captar os pleitos difusos da sociedade, interpretá-los, dar-lhes forma legível e, assim, precipitar reformas, ao saltar da fronteira então estabelecida da mera crítica e da sugestão para o território ainda virgem da mobilização direta do público e da interferência física sobre o aparelho de decisão política nas suas memoráveis campanhas.
No momento em que não só o jornalismo, ferramenta essencial da democracia, mas o pensamento escrito como um todo se debatem novamente numa crise que é, essencialmente, uma crise universal de desajuste de velocidades, vale a pena nos determos mais uma vez nesse aspecto que, para o bem e para o mal (quando a vantagem do tempo de processamento lhe foi suprimida), definiu a história e a trajetória do Jornal da Tarde.
A inteligência humana e a civilização só puderam se desenvolver quando o sucessor do macaco se organizou o bastante para não ter mais de dedicar 100% do seu tempo a correr atrás de comida ou fugir dos predadores. Era este o mundo que lhe tinha sido dado.
Passados 200 mil anos de luta, vamos, de certa forma, recriando, agora voluntariamente, aquela mesma situação. E as modernas ferramentas de comunicação estão no centro desse estranho processo de regressão.
A submissão acrítica ao fascínio da velocidade sem rumo devolve a humanidade a uma crescente incapacidade de pensar e vai reduzindo a vida a uma sucessão de reações automatizadas de sobrevivência onde somos nós que, em bando, servimos às máquinas e não elas que nos acrescentam à individualidade, à segurança e ao conforto material ou espiritual.
Superar a barbárie e dar a cada homem as rédeas do seu próprio destino é o objetivo da democracia. O jornalismo está a serviço dela e esta, há 137 anos, tem sido a casa do jornalismo.
É nossa a responsabilidade, agora discutindo o papel central que nós próprios temos tido na construção dessa nova Babel, de contribuir para deter essa voragem e devolver aos homens o grau possível de controle sobre suas vidas.
O JT fez parte desta obra ao abrir novos caminhos. Cabe-nos continuar a percorrê-los

Fonte: O ESTADO DE SÃO PAULO

 d evaneios ... As flores exalam perfumes únicos que se confundem com o daquela mulher, a  primavera chegou. Dizem que o acaso não existe, e...